Farruncas no Asfalto Santiago

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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Farruncas no Asfalto - Marrocos

Já são mais de 10 000 km de asfalto que as nossas máquinas percorreram desde que nos aventuramos nesta aventura Farruncas no Asfalto! Não apenas por Portugal, mas também por Espanha, e a aventura continua... desta vez até outro continente.

Ir a Marrocos, não é nada de outro mundo, é apenas mais uma viagem para as grandes motos, sendo muitos os relatos existentes sobre as mesmas. No entanto, desconheço a existência de viagens a Marrocos, cujo meio de transporte tenha sido uma motorizada, colocando à prova, a resistência destas máquinas e a nossa também!

domingo, 14 de outubro de 2012

Farruncas no Asfalto 6 - Caramulo - Etapa 3

Às 08:00 da manhã chegaram os trabalhadores da pedreira e o barulho das máquinas fez-nos levantar mais rápido da “cama”! Estava na hora de arrumar a trouxa, a mesa ainda estava posta do dia anterior e havia necessidade de lavar a loiça. A água que se conseguiu juntar da chuva da noite num plástico que improvisamos a servir de pia mal chegou para lavar o osso da tromba! Para lavar o tacho e os pratos, os fetos molhados nem precisaram de detergente para deixar a loiça a brilhar, (mesmo que alguém se tenha aliviado nos fetos, a chuva da noite lavou-os)! 


O Sérgio cheio de vontade!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Farruncas no Asfalto 6 - Caramulo - Etapa 2

Dormia-se profundamente quando o barulho da chuva a cair no telhado fez temer o pior: a viagem do dia seguinte ia ser molhadinha!
Às 9:00h da manhã, depois do Nelson engaiolar as trouxas nos plásticos velhos que ainda sobraram dos tempos aurios do galinheiro lá nos fizemos à estrada em direcção a Tomar, agradecendo ao São Pedro por estar a aguentar a chuva lá em cima! 


O CEO do hotel Galinheiro

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Farruncas no Asfalto 5 - Zamora - Etapa 2

O dia adivinhava-se chuvoso e como se não bastasse o facto de o Macário ter decidido a ultima hora não nos acompanhar na viagem, com um curral cheio de cabras não foi homem de ordenhar uma para nos oferecer um pequeno-almoço digno do local onde nos encontrávamos, mas adiante, como a minha experiência é nenhuma nesse campo e com medo de em vez de uma cabra eu fosse ordenhar um bode decidi-me ficar com o que estava na mesa que soube muito bem e deu-nos energia para a difícil jornada que nos esperava.
Preparado para enfrentar a chuva.